Pros
O salario é o que salva.
Cons
A sensação constante é de estar trabalhando em uma empresa que não faz ideia de para onde está indo. Existe muito discurso, muita reunião e muita tentativa de vender cultura, mas pouca competência real de gestão e praticamente nenhum alinhamento entre liderança e execução. A cultura interna é extremamente baseada em panelinha em todos os setores. Isso fica evidente rapidamente para qualquer pessoa minimamente observadora. Crescimento, reconhecimento e influência parecem depender muito mais de proximidade com os grupos certos do que de capacidade técnica ou resultado entregue. A transparência que a empresa tanto vende existe basicamente no papel. Na prática, decisões importantes aparecem do nada, prioridades mudam sem explicação e existe um abismo enorme entre o discurso institucional e a realidade vivida pelos funcionários. A obsessão em parecer uma empresa “people first” soa muito mais como esforço para sustentar imagem e selo de GPTW do que preocupação genuína com as pessoas. Existe muito marketing interno e pouca coerência prática. Uma empresa de software insistindo em modelo presencial em pleno 2026 já diz muito sobre o nível de atraso da liderança e sobre como a gestão parece desconectada da realidade atual do setor de tecnologia. No fim, fica difícil entender como tanta gente ainda defende a empresa sem reconhecer os problemas evidentes de gestão, favoritismo e desconexão entre discurso e prática que fazem parte do dia a dia interno.