A promoção dentro da empresa parece estar menos relacionada ao desempenho e mais à conveniência da gestão. Durante as avaliações, surgem justificativas variadas para adiar qualquer reconhecimento formal, independentemente da qualidade do trabalho entregue.
Mesmo entregando como sênior, os critérios para a promoção mudam constantemente. Primeiro, dizem que falta confiança no código. Quando isso é superado, apontam a necessidade de mais influência técnica. Depois, exigem que a pessoa se destaque mais. No fim, sempre há um novo critério criado na hora para impedir o avanço.
Além disso, a forma como as demandas são estruturadas dificulta ainda mais o trabalho. Tarefas são jogadas no backlog sem contexto ou descrição adequada, obrigando a equipe a depender de analistas que também não têm informações concretas sobre o que está sendo pedido. O resultado? Retrabalho, prazos comprometidos e soluções que não resolvem o problema real.
E, enquanto o discurso oficial é de congelamento de promoções e contratações, novas vagas continuam aparecendo e alguns colegas seguem avançando. O que realmente pesa na decisão? Competência ou proximidade com a gestão?