Pros
Benefícios tão inovadores quanto o resto do mercado. Nem mais, nem menos. Literalmente o pacote padrão que qualquer um oferece. Parabéns pela criatividade.
Cons
Ah, onde começar... Em primeiro lugar, e de longe, a falta impressionante de responsabilidade estratégica, aquela que, por incrível que pareça, sempre cai no colo do CEO. Que surpresa, né? As ações de contenção de danos foram tão brilhantes e lógicas que conseguiram, ao mesmo tempo, inibir qualquer progresso e mascarar a completa ausência de estratégia interna. “Cenários não mapeados”? Claro, porque nada nunca era mapeado mesmo. “Não mapeados” é só uma forma elegante de dizer “ninguém fazia ideia do que estava acontecendo”. A transparência com os funcionários? Uma graça. Existia apenas para quem frequentava os coworkings. Para o resto do time (especialmente quem fazia home office), era tudo feito por debaixo dos panos, com muito amor e segredinho. Que acolhedor. O altíssimo apreço pelas lideranças e pela troca entre os times era tão evidente que gerava ineficiência e falhas operacionais diárias. Principalmente no famoso “produto premium”. Sim, aquele que eles tanto amavam alardear. Realmente um show de competência. E o equilíbrio de atividades entre pessoas do mesmo cargo? Perfeito. Algumas pessoas trabalhavam 10x mais que as outras de forma tão escancarada e explícita que até parecia intencional. Reflexo claro da eficácia das estratégias e alinhamentos feitos por lideranças tão... competentes.