INFORMALIDAD Y PESIMA GESTION DE RRHH - Dependiente Tienda R.brands Employee Review

1.0
Oct 9, 2025
Recommend
CEO approval
Business Outlook

Pros

En España funcionan con la marca Pierre Cardin dentro de El Corte Inglés, la ropa se fabrica en Alemania.

Cons

No cumplen con el Convenio para el Sector Retail, Explotan al personal y carecen de tecnología y dirección profesional. La marca está fabricada pensando en el gusto y patronaje alemán. RBrands fue multada por la Unión Europea con 5 millones de euros por mala praxis comercial,

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5.0
Nov 16, 2022
Recommend
CEO approval
Business Outlook

Pros

Boa empresa para se trabalhar.

Cons

Alguns problemas como toda a empresa, mas o clima organizacional é ótimo.

1
3.0
Mar 2, 2026
Recommend
CEO approval
Business Outlook

Pros

A empresa oferece benefícios bons, o local e os materiais para trabalho são ótimos. O espaço físico para trabalhar é ótimo.

Cons

Minha experiência no setor evidenciou um desalinhamento relevante entre o que foi apresentado no processo seletivo e a estrutura prática da área. Durante a entrevista, foi mencionado plano de carreira com progressão por senioridade (pleno, sênior etc.) e crescimento do setor, sob a justificativa de que se tratava de uma área em expansão. No entanto, diferentemente de outros setores da empresa, o setor em questão não possuía cargos superiores estruturados, o que tornava inviável qualquer evolução formal na própria área. A promessa foi feita pela liderança da época, que posteriormente foi desligada, e não houve formalização documental dessas condições. Após mudança de gestão, a dinâmica operacional sofreu alterações significativas. Passaram a ocorrer solicitações emergenciais de envio de peças sem planejamento prévio, exigindo deslocamento com veículo particular para realizar entregas em transportadora na Grande Florianópolis. Em algumas ocasiões, era necessário sair da empresa por volta das 15h para efetuar o despacho e, devido ao trânsito intenso da região, não havia retorno ao escritório no mesmo dia. Ainda assim, no dia seguinte, havia cobrança por prazos não cumpridos, mesmo quando atividades haviam sido interrompidas para atender essas demandas urgentes. Em decorrência dessa desorganização logística, houve situações em que documentos não foram protocolados dentro do prazo. Com a saída de uma colaboradora do setor, todas as atividades foram redistribuídas sem contratação imediata de substituição, sob o entendimento de que não havia necessidade de reposição. Mesmo após verbalizações recorrentes sobre sobrecarga e dificuldade de manter atenção plena nos projetos e prazos, não houve ajuste estrutural. Posteriormente, foi realizada uma contratação para “auxílio”, porém a profissional admitida não possuía formação ou experiência em desenvolvimento de vestuário, o que exigiu direcionamento técnico constante e não reduziu a carga de trabalho. Na prática, houve necessidade de atuação diária no período noturno e finais de semana para dar conta das demandas acumuladas. A política de banco de horas era formal, porém houve solicitação direta da gestão para que o registro das horas extras não refletisse fielmente a jornada realizada. Orientou-se a redistribuição de horas excedentes ao limite diário permitido e o lançamento de atividades realizadas no domingo como se tivessem ocorrido no sábado, além da diluição de horas extras ao longo da semana. Em relação à condução técnica, a nova gestão possuía formação na área têxtil, porém, na rotina de desenvolvimento, realizava alterações em produto sem alinhamento técnico prévio e sem consulta estruturada. Questionamentos fundamentados tecnicamente não eram bem recebidos. Não havia estrutura consistente de feedback construtivo, apenas cobranças, inclusive em reuniões individuais. Houve redução significativa de autonomia profissional em comparação à liderança anterior, exigindo constante necessidade de validação de decisões básicas e reforço contínuo de competência técnica. Entre os membros da equipe, o ambiente era colaborativo, especialmente diante da recorrência de situações emergenciais que demandavam resolução imediata. Contudo, havia comunicação informal excessiva e circulação de comentários sobre a vida pessoal de colaboradores, o que reduzia a sensação de segurança psicológica para exposição de questões pessoais. Embora não tenha havido controle direto sobre a vida privada, o ambiente não favorecia abertura ou confiança nesse aspecto.A experiência resultou em exaustão extrema, acúmulo de funções, trabalho recorrente fora do horário e ausência de perspectiva real de crescimento dentro da área. O aprendizado técnico e a capacidade de lidar com cenários de alta pressão foram desenvolvidos, porém a ausência de estrutura organizacional clara, planejamento operacional e coerência entre expectativa e prática tornaram a permanência insustentável!

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3mo
Levamos feedbacks de ex-colaboradores com seriedade, independentemente do contexto da saída. Muitos aspectos descritos no relato divergem da nossa percepção e dos nossos registros internos, mas entendemos que experiências profissionais são subjetivas e que cada pessoa carrega sua própria leitura dos acontecimentos. Nosso compromisso com um ambiente estruturado, transparente e justo tem nos guiado na estruturação de diversos processos de gestão de pessoas ao longo da nossa história. Fazemos auditorias semanais do controle de jornada com orientações a gestores e colaboradores; estruturamos um programa de desenvolvimento de lideranças com ações recorrentes; contamos com um processo robusto de avaliação de desempenho, que cruza dados comportamentais e indicadores e se desdobra em planos de desenvolvimento individual; mantemos uma estrutura de cargos e salários organizada por faixas de desempenho, onde o crescimento é construído a partir da evolução contínua do colaborador e das oportunidades internas, e monitoramos continuamente o clima organizacional por meio de pulsos semanais e conversas de acompanhamento, entre outras frentes, sempre ancoradas no nosso propósito e nos nossos valores. Seguimos evoluindo, porque acreditamos que construir um bom lugar para trabalhar é um processo contínuo. Estamos abertos ao diálogo com quem queira conhecer nossa cultura de forma mais próxima.
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