Para me resguardar, alterei alguns detalhes, mas todas as situações são reais.
Participei de processos seletivos dessa empresa ao longo do último ano, e existe um padrão bem claro: uma tentativa insistente de vender uma cultura “good vibes”, quase como um roteiro decorado. Funciona na superfície, até você perceber que a prática é bem diferente do discurso.
O maior problema, de longe, é a forma como candidatos são tratados. São algumas entrevistas, energia, tempo investido e expectativa criada, pra no final você simplesmente ser ignorado. Nenhum retorno, nenhum respeito básico. E quando existe algum contato, é aquele e-mail genérico que claramente não considera o mínimo do esforço que foi exigido.
Outra coisa: nem adianta pedir feedback, viu? Nunca respondem. Você pode passar semanas tentando entender o que faltou, o que poderia melhorar, o porquê de não ter sido suficiente… esqueça! Simplesmente não existe esse retorno.
Se isso é o padrão da empresa com pessoas que ainda estão tentando entrar, dá pra imaginar como é com quem já está dentro.
O mais curioso é o contraste com o discurso de empresa “humana”. Porque, na prática, a experiência é o oposto: fria, impessoal e completamente desalinhada com o que é vendido durante o processo.
Pra quem estiver considerando entrar, a recomendação é simples: pesquise bem, especialmente relatos de áreas como CSC, e vá com expectativas bem ajustadas.
E, se você está lendo isso aqui, pode reparar: provavelmente já tem (ou vai ter) um comentário padrão da empresa logo abaixo, dizendo que “vai avaliar internamente” e “buscar melhorias”. Sinceramente, poupem esse discurso.
No fim das contas, foi mais um livramento do que uma perda!