O processo de entrevista foi super tranquilo, bem diferente daquele modelo engessado e formal. Logo no início, já rolou uma conexão. O entrevistador deixou claro que queria mais entender minha trajetória, meus interesses e como eu enxergo o futuro — nada de perguntas robóticas ou pegadinhas.
A conversa fluiu naturalmente, como se fosse um bate-papo entre colegas. Falamos sobre experiências passadas, desafios que enfrentei e conquistas que me marcaram. Teve espaço pra eu falar dos meus aprendizados, contar histórias e até dar umas risadas. O clima foi tão leve que, em vários momentos, parecia mais um café do que uma entrevista.