O processo seletivo foi extremamente longo, com oito reuniões envolvendo diversas pessoas, desde a assistente de RH até a sócia e a gerente de Gente e Gestão. Enfrentei entrevistas com pessoas soberbas. Lembro que, ao questionar o salário, a responsável (Gisele Mattos) respondeu de forma arrogante, alegando que o valor seria maior que o do meu emprego anterior somando os benefícios — o que não era verdade.
Na etapa com a sócia e a gerente de Gente e Gestão, foram feitas perguntas invasivas, como 'quanto sua mãe ganha?' e 'qual a profissão dela?', transmitindo a sensação de que queriam medir minha necessidade financeira. No final, ofereceram um aumento de apenas 50 reais em relação ao meu último salário. Além disso, omitiram informações cruciais sobre a cultura: a empresa não paga horas extras, não aceita atestados e não tem banco de horas. Cheguei a trabalhar um fim de semana inteiro até a madrugada em uma mudança e não recebi sequer uma folga.